A importância do acompanhamento médico para quem deseja preservar a fertilidade
Postado em: 07/11/2025

A fertilidade é um tema que desperta cada vez mais interesse, especialmente entre mulheres que desejam planejar a maternidade para o futuro.
Com o avanço das técnicas de reprodução assistida, tornou-se possível adiar a gestação sem comprometer tanto as chances de engravidar. No entanto, preservar a fertilidade de forma segura exige mais do que congelar óvulos: é preciso compreender o funcionamento do corpo e ter acompanhamento médico adequado desde cedo.
Entender os fatores que influenciam a fertilidade, como idade, estilo de vida e histórico de doenças, é essencial para fazer escolhas conscientes. Um acompanhamento ginecológico regular permite identificar alterações que podem comprometer a capacidade reprodutiva e orientar sobre o melhor momento e método para preservar os óvulos ou embriões.
A seguir, entenda como a ginecologista atua para cuidar da sua fertilidade e otimizar as chances de uma gravidez tranquila e segura!
Qual médico atua na preservação da fertilidade?
A profissional mais indicado para orientar sobre preservação da fertilidade é a ginecologista com especialização em reprodução humana.
Essa médica possui formação específica para avaliar a saúde reprodutiva e indicar estratégias personalizadas, levando em conta idade, exames hormonais, histórico familiar e possíveis doenças que possam interferir na ovulação ou na reserva ovariana.
Além disso, a ginecologista especializada em reprodução humana também trabalha com técnicas de fertilização in vitro (FIV) e outros procedimentos, como o congelamento de óvulos, embriões ou tecidos ovarianos.
Durante o acompanhamento, ela monitora o ciclo menstrual, realiza exames de ultrassonografia e dosagens hormonais, e orienta sobre o melhor momento para a coleta dos óvulos — sempre com foco em garantir maior qualidade e chances de sucesso no futuro.
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Quais dicas ajudam a preservar a fertilidade?
Alguns hábitos e cuidados simples podem fazer diferença significativa na preservação da fertilidade. Confira!
Acompanhamento ginecológico
O primeiro passo é manter consultas ginecológicas regulares, mesmo quando não há sintomas.
Exames de rotina, como o ultrassom transvaginal e a dosagem do hormônio antimülleriano (AMH), ajudam a acompanhar a reserva ovariana e identificar precocemente alterações hormonais.
Cuidados no dia a dia
É importante adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e controle do estresse.
Evitar o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e o uso de drogas também é essencial, já que essas substâncias podem reduzir a qualidade dos óvulos e afetar o equilíbrio hormonal.
Diagnóstico e tratamento de condições ginecológicas
Outro ponto importante é o diagnóstico precoce de doenças ginecológicas, como endometriose, síndrome dos ovários policísticos (SOP) e miomas, que podem interferir na ovulação e na saúde uterina.
Com o acompanhamento médico adequado, é possível tratar essas condições antes que causem danos irreversíveis à fertilidade.
Por que o acompanhamento médico é importante para preservar a fertilidade?
O acompanhamento médico é o principal aliado de quem deseja preservar a fertilidade, pois permite agir de forma preventiva e estratégica.
A fertilidade feminina naturalmente diminui a partir dos 35 anos, mas esse processo pode ocorrer mais cedo em algumas mulheres. Por isso, monitorar a reserva ovariana e o funcionamento hormonal é fundamental para planejar o futuro reprodutivo com tranquilidade.
Durante as consultas, a ginecologista também avalia riscos genéticos, infecções ginecológicas e hábitos de vida que possam comprometer a função reprodutiva.
Caso seja necessário, ela pode indicar o momento ideal para realizar o congelamento de óvulos ou embriões, garantindo melhores taxas de sucesso.
Além disso, o acompanhamento contínuo ajuda a orientar sobre métodos contraceptivos adequados, controle do ciclo menstrual e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), que podem afetar a fertilidade se não forem tratadas corretamente.
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Dúvidas frequentes
1. Qual é a melhor idade para congelar óvulos ou embriões?
O ideal é entre 30 e 35 anos, quando a qualidade dos óvulos ainda é alta.
2. O congelamento de óvulos garante a gravidez no futuro?
Não há garantia, mas o procedimento aumenta significativamente as chances de sucesso quando comparado à tentativa natural em idades mais avançadas.
3. Quantos óvulos devem ser congelados?
Depende da idade e da reserva ovariana, mas geralmente entre 10 e 20 óvulos é o recomendado para boas taxas de sucesso.
4. O procedimento dói?
A coleta dos óvulos é feita sob sedação leve, sendo indolor e segura.
5. Quanto tempo os óvulos podem ficar congelados?
Indefinidamente. A criopreservação mantém a qualidade dos óvulos por tempo ilimitado.
6. Quem tem endometriose pode congelar óvulos?
Sim. Na verdade, é altamente indicado preservar a fertilidade o quanto antes nesses casos.
7. É possível engravidar naturalmente depois do congelamento de óvulos?
Sim. O congelamento não interfere na ovulação ou na capacidade natural de engravidar.
8. O acompanhamento médico deve ser anual?
Sim. Consultas anuais permitem monitorar a saúde reprodutiva e identificar alterações precocemente.
9. O homem também pode preservar a fertilidade?
Sim. O congelamento de sêmen é indicado em casos de tratamentos médicos, como quimioterapia, ou por planejamento reprodutivo.
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